segunda-feira, 19 de abril de 2010

"Observação da turminha"


Na semana anterior ao início do estágio, no dia 06.04.2010, fui até a Escola Municipal José Felipe Schaeffer para observar a turma do 4º ano B com a qual farei o meu estágio no turno da tarde.
Durante a tarde de observação, pude constatar que é uma turma pequena com dezesseis alunos composta por 7 meninas e 9 meninos, mas apesar de pequena é uma turma bastante agitada, gostam de falar o tempo todo e se distraem com facilidade, onde a professora titular chama a atenção frequentemente.
A sala de aula é ampla e facilita a realização de trabalhos em grupos, bem como diferentes formas de posicionamentos das mesas, também é um local ventilado e iluminado. Dispõe de uma armário para guardar materias de recursos pedagógicos e prateleiras com livros didáticos e dicionários acessíveis aos alunos.
Espero realizar um bom trabalho com essa turma e levar alguma aprendizagem significativa que venha contribuir para o crescimento pessoal de cada um.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

"Iniciando o ano letivo 2010"






Entrando no 8º semestre do curso, é chegada a hora de colocar em prática as aprendizagens adquiridas durante essa etapa de conquistas, crescimento, interação, vivência, expectativas, frustações, medo, realização, sucesso, pois aprendemos com o outro, trocamos idéias, opinamos, concordamos , discordamos, momentos significativos que levaremos para sempre em nossa vida pessoal e profissional.


No dia 22.03.2010, tivemos nossa primeira aula presencial no pólo com tutores , professores e orientadores de estágio para esclarecimentos sobre a primeira etapa para a realização do tão esperado estágio docente. Pois é, parece mentira que quase quatro anos se passaram e já estamos aqui prestes a nos formar.


Nossa primeira tarefa como educadores é o registro das atividades, afinal sabemos que para qualquer coisa que se deseja fazer é necessário um bom planejamento, seja na escola, em casa, no trabalho, na comunidade ou na vida pessoal, pois o ato de planejar facilita a concretização dos nossos objetivos.

domingo, 11 de outubro de 2009

"Na sala de aula"


Com os comentários recebidos e estudos realizados até este momento, venho me questionando a respeito da aprendizagem de cada aluno dentro da sala de aula, que acontece no tempo de cada um, no modo de cada um.

No entanto, percebi que muitas vezes usamos a comparação entre os alunos, tendo como referencia aquele que "sabe mais", porém acredito que talvez esse seja um grande erro que acontece frequentemente.

Na condição de educador devemos explorar aquilo que o aluno tem de melhor na sua individualidade e a partir disso, trabalhar na coletividade para que todos aprendam uns com os outros.

"Pojeto de Aprendizagem"


Nesse semestre, concluimos o Projeto de Aprendizagens iniciado no semestre anterior. Uma nova proposta de aprendizagem que aconteçe a apartir da curiosidade do aluno com a orientação do professor.

Meu grupo trabalhou com as dificuldades de aprendizagens, ou seja, o que os professores consideram como dificuldades. Durante esse processo de discussão, entrevistas e leituras, percebi que este foi um tema complexo, pois cada professor tem uma visão diferente e aquilo que um considera dificuldade, para o outro pode não ser.

No entanto foi uma atividade muito produtiva e entre erros e acertos ficou a certeza que pouco sabemos, e muito temos a descobrir e aprender com o outro.

"Aprendendo com a EJA"

Com o estudo dessa interdisciplina, pude compreender que não se pode alfabetizar um adulto da mesma forma que se alfabetiza uma criança em "idade própria", pois além da necessidade de uma formação apropriada para os professores que atuam com a EJA, é preciso que esse professor saiba estruturar seu projeto de acordo com a realidade destes, para que não aconteça a evasão escolar que geralmente é em grande escala, onde os alunos não se sentem valorizados e nem um pouco motivados para aprender.
Devemos compreender que todos nós temos algo a ensinar e consequentemente a aprender e penso que é na socialização e na coletividade principalmente que acontece essa aprendizagem significativa que almejamos.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Vida e Obra de Comênio



As contribuições de Comênio para a educação, foram e são muito valiosas, pois entendi que é possível ensinar tudo a todos, mas também é preciso que saibamos respeitar o “tempo” de cada individuo para que assim, ele seja capaz de construir aprendizagens significativas, pois sabemos que cada um aprende do seu modo e ao seu tempo. Também, o professor deve sempre valorizar o conhecimento prévio do seu aluno e a partir disso contemplar seu planejamento com atividades diversificadas, instigantes e desafiadoras.

Educação de Jovens e Adultos

Com a interdisciplina da EJA, diante da proposta de realizar as atividades em grupo, estão sendo momentos de discussão muito produtivos, embasados na leitura do Parecer CEB 11/2000 e a partir disso, conhecer e compreender os conceitos e as funções que envolvem a EJA.
Reparadora, Equalizadora e Qualificadora são as funções que tem por objetivo inserir o jovem ou o adulto na escola, oferecendo-lhes a oportunidade de exercer a cidadania “como condição para uma plena participação na sociedade”.
Muitos são os que não tiveram oportunidade que por algum motivo não foi possível prosseguir com os estudos e a EJA por sua vez, traz o desejo de “efetivar um caminho de desenvolvimento de todas as pessoas de todas as idades”, com isso propiciar novos conhecimentos permitindo o acesso à diversidade cultural e social a todos igualmente.

Múltiplas Linguagens


A partir da proposta dessa leitura, pude compreender melhor as diferenciações da linguagem, referente à escrita, a fala e a leitura. Essas diferenciações estão embasadas no contexto da linguagem considerando “o que falamos”, “para quem falamos”. Da mesma forma, acontece na escrita que pode ser formal, informal, sofisticada, planejada, também a leitura desenvolvida no silêncio ou na oralidade.
Nesse sentido, constitui melhor possíveis entendimentos do que é ler, escrever e oralizar.

Introdução a Didática



Com a leitura realizada “O menininho” de Helen Buckey, pude refletir a cerca de minha prática docente. Essa atividade veio confirmar minhas concepções com relação ao ato de ensinar/aprender, onde o professor de forma alguma pode induzir o aluno a pensar do seu jeito, nem tampouco impedi-lo de usar livremente sua criatividade, pois isso o leva a tornar-se um sujeito sem autonomia, incapaz de resolver as situações que lhes são apresentadas no decorrer de sua vida.
Não trabalhamos com máquinas, mas com crianças que em sua formação tem a necessidade de expressar seus desejos, suas curiosidades, suas fantasias, suas descobertas e seus aprendizados para ser um adulto crítico, seguro de suas atitudes e construtor de sua própria identidade.

" 7º Semestre "


Olá, já estou devolta para dizer que mais um semestre se inicia e muitas são as aprendizagens que conquistamos a cada dia, pela interação, pelo convívio e pelos relatos dos nossos colegas, professores e tutores. De tudo isso, fica a certeza que os conhecimentos construídos serão os alicerces para seguir em frente na carreira pessoal e profissional.

domingo, 21 de junho de 2009

História e Cultura

Com as atividades apresentadas por Questões Étnico-Raciais e refletindo muito sobre minha pratica, penso que a escola pode contribuir muito a favor da miscigenação, esta mistura de raças e culturas, oferecendo condições de estudos multiculturais às crianças que aí estão mostrando a elas, a riqueza cultural de cada povo, de cada raça, de cada etnia.
"Descobrir em nossos descendentes traços de nossa própria história, é resgatar a cultura e preservar a vida, é acima de tudo aprender com sabedoria a concepção dos povos. (Rosimeri Hertzog Cardoso)".

Ainda é possível Educar?



A educação deve estar comprometida com a formação social do sujeito, onde a escola possa oferecer condições de “confronto”, ou seja, mostrar os dois lados de uma situação, fazer com que o individuo reflita e compreenda que a vida é repleta de diferenças seja de raças, de crenças, de costumes, de concepções e que cada um de nós deve respeitar tais diferenças civilizadamente, já que civilização compreende o resultado dos progressos da humanidade na sua evolução social e intelectual.

"Construindo PA"



Durante um dos encontros presenciais do grupo no pólo para a construção do Projeto de Aprendizagens, estava presente a professora Nádie, que nos questionou a respeito dos registros do grupo, os quais devem acontecer com o objetivo de relatar tudo que é discutido, a fim de contribuir para o desenvolvimento de uma aprendizagem significativa. A partir daí, pude refletir melhor a cerca de minhas próprias concepções e constatar que os registros coletivos realmente são importantes para o crescimento individual e coletivo do grupo, pois nem todos agem e pensam da mesma forma e o fato de registrar diversas opiniões nos faz construir e reconstruir aprendizagens.

"Como trabalhar Questões Étnico-Raciais na Escola?

Aprendi que trabalhar questões étnico-raciais é fundamental desde a educação infantil, estágio em que a criança encontra-se na formação de suas concepções, físicas, cognitivas e morais. Acredito que a escola é um excelente meio para transformar e desmistificar tanta incompreensão a respeito das questões étnico-raciais, trabalhando com a divergência de identidades que constituem esta nação. Não basta trabalhar esta questão de maneira pejorativa, abordando apenas a importância do negro na construção do Brasil ou a cultura indígena e a diferença de costumes, por exemplo, mas sim trabalhar de forma construtiva as diversas situações de desigualdades existentes em nosso meio.

Desenvolvimento Moral


Para Piaget, dentro do construtivismo, o ser humano desenvolve sua aprendizagem “através das relações com o meio (ambiente em que ele está inserido e com que se relaciona) e o desenvolvimento moral não está separado dessa premissa” (PIAGET, 1932, apud CAMARGO, 2004, p. 22). Nesse sentido, entendo que a escola também é responsável pelo desenvolvimento moral da criança, além da família e da sociedade, oferecendo-lhe vivenciar situações de autonomia para que possa refletir, pensar, opinar, respeitar e conviver em sociedade.
Contudo, notei que é difícil para as crianças admitir quando estão erradas, assim como também é difícil para muitos adultos reconhecer seus próprios erros e pedir desculpas, porém isso é motivo de reflexão para todos independente da idade, pois é necessário estarmos convictos que precisamos respeitar o outro para também ser respeitado, agindo com ética e moral. (Rosimeri Hertzog Cardoso).