domingo, 21 de junho de 2009

História e Cultura

Com as atividades apresentadas por Questões Étnico-Raciais e refletindo muito sobre minha pratica, penso que a escola pode contribuir muito a favor da miscigenação, esta mistura de raças e culturas, oferecendo condições de estudos multiculturais às crianças que aí estão mostrando a elas, a riqueza cultural de cada povo, de cada raça, de cada etnia.
"Descobrir em nossos descendentes traços de nossa própria história, é resgatar a cultura e preservar a vida, é acima de tudo aprender com sabedoria a concepção dos povos. (Rosimeri Hertzog Cardoso)".

Ainda é possível Educar?



A educação deve estar comprometida com a formação social do sujeito, onde a escola possa oferecer condições de “confronto”, ou seja, mostrar os dois lados de uma situação, fazer com que o individuo reflita e compreenda que a vida é repleta de diferenças seja de raças, de crenças, de costumes, de concepções e que cada um de nós deve respeitar tais diferenças civilizadamente, já que civilização compreende o resultado dos progressos da humanidade na sua evolução social e intelectual.

"Construindo PA"



Durante um dos encontros presenciais do grupo no pólo para a construção do Projeto de Aprendizagens, estava presente a professora Nádie, que nos questionou a respeito dos registros do grupo, os quais devem acontecer com o objetivo de relatar tudo que é discutido, a fim de contribuir para o desenvolvimento de uma aprendizagem significativa. A partir daí, pude refletir melhor a cerca de minhas próprias concepções e constatar que os registros coletivos realmente são importantes para o crescimento individual e coletivo do grupo, pois nem todos agem e pensam da mesma forma e o fato de registrar diversas opiniões nos faz construir e reconstruir aprendizagens.

"Como trabalhar Questões Étnico-Raciais na Escola?

Aprendi que trabalhar questões étnico-raciais é fundamental desde a educação infantil, estágio em que a criança encontra-se na formação de suas concepções, físicas, cognitivas e morais. Acredito que a escola é um excelente meio para transformar e desmistificar tanta incompreensão a respeito das questões étnico-raciais, trabalhando com a divergência de identidades que constituem esta nação. Não basta trabalhar esta questão de maneira pejorativa, abordando apenas a importância do negro na construção do Brasil ou a cultura indígena e a diferença de costumes, por exemplo, mas sim trabalhar de forma construtiva as diversas situações de desigualdades existentes em nosso meio.

Desenvolvimento Moral


Para Piaget, dentro do construtivismo, o ser humano desenvolve sua aprendizagem “através das relações com o meio (ambiente em que ele está inserido e com que se relaciona) e o desenvolvimento moral não está separado dessa premissa” (PIAGET, 1932, apud CAMARGO, 2004, p. 22). Nesse sentido, entendo que a escola também é responsável pelo desenvolvimento moral da criança, além da família e da sociedade, oferecendo-lhe vivenciar situações de autonomia para que possa refletir, pensar, opinar, respeitar e conviver em sociedade.
Contudo, notei que é difícil para as crianças admitir quando estão erradas, assim como também é difícil para muitos adultos reconhecer seus próprios erros e pedir desculpas, porém isso é motivo de reflexão para todos independente da idade, pois é necessário estarmos convictos que precisamos respeitar o outro para também ser respeitado, agindo com ética e moral. (Rosimeri Hertzog Cardoso).

sexta-feira, 29 de maio de 2009

"O Clube Do Imperador"

Este foi um filme proposto pela interdisciplina de Filosofia da Educação, o qual nos mostra vários conflitos morais vivenciados por um professor de uma escola tradicional só para meninos.
A atividade de refletir e argumentar diante das atitudes do professor, me fez repensar a minha prática em sala de aula e perceber que muitas vezes, deixamos de dar mais oportunidades para nossos alunos repensarem suas atitudes e corrigi-las ou não.
Não agimos corretamente o tempo todo, até porque somos humanos e não somos perfeitos, mas por isso mesmo que vejo a necessidade grande de repensarmos diariamente nossas próprias atitudes e ações, e só assim seremos capazes de melhorar a cada dia, de crescer pessoalmente e profissionalmente.

"Método Clínico Piagetiano"



A atividade 6 da interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II, nos proporcionou conhecer e aplicar o método clínico segundo Piaget, com uma criança.
Esta atividade foi realizada em grupo de três componentes, onde fui a experimentadora enquando as colagas Maria Aparecida e Vanícia foram as observadoras.
Realizamos a aplicação do método a partir da prova: conservação da substância - sólidos contínuos-massinha. Esta foi muito gratificante, porque nos proporcionou descobrir em qual estágio de desenvolvimento encontrava-se a criança.
Foi maravilhoso perceber a evolução da aprendizagem nesta criança, que em nenhum momento teve dúvidas com relação a conservação das quantidades, mesmo modificando as formas apresentadas. E percebi claramente naquela criança o processo de reversabilidade ao fazer e refazer a ação, pois o mesmo acompanhou a transformação convicto de suas certezas, nos provando que este encontra-se no estágio de desenvolvimento operatório-concreto.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

"Diversidade Cultural"


Com a atividade de construção do mosaico étnico-racial realizada com os alunos, sugerida pela interdisciplina de Questões Étnico-Raciais, pude perceber que as crianças não apresentam a descriminação que presenciamos frequentemente na fase adulta. Parece que as crianças vão aprendendo a descriminar com o passar dos anos, então fico me perguntando como será que isso acontece?, será que a escola, a sociedade e a família contribuem para isso acontecer?

Mas, voltando a atividade quero registrar que foi gratificante realizá-la e descobrir que realmente as crianças não tem preconceitos e aceitam as diferenças naturalmente, como parte de um mundo diversificado, onde a mistura de raças e a cultura dos povos são unificadas.

"Inclusão, um direito de todos"

Ao realizar as leituras proposta pela interdisciplina de:" Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais", é visível as conquistas que já foram alcançadas no que diz respeito a inclusão escolar para as crianças com necessidades especiais na rede regular de ensino, porém embora a constituição de 1988 no artigo 208, assim como a LDB 9394/96 dão garantias legais ao atendimento especializado aos portadores de deficiência, infelizmente a escola pública e os governantes, ainda nãoconseguiram garantir a democratização do ensino, pois entendo que para isso acontecer, se faz necessário transformações no sistema educacional como aponta o texto:"História, Deficiência e Educação Especial" de Arlete Aparecida B. Miranda.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

"Como me vejo?"



A interdisciplina "Questões Étnico-Raciais", propôs uma atividade de reflexão pessoal, um olhar para si mesmo e descobrir quem você é, como se vê?, e como os outros nos veêm. A princípio uma tarefa simples, mas muito profunda, por nos permitir conhecer e descobrir nossa própria essência, que muitas vezes não somos capazes de enxergar, mas o olhar do outro pode refletir exatamente aquilo que somos, características referente nossa personalidade que ao nossso olhar passam despercebidas aparecem no olhar daquele que nos vê.

Foi uma atividade interessante porque pude refletir sobre minha própria personalidade, sobre minhas ações e meu pensar através do olhar dos colegas.

" Um Novo Olhar"




Ao realizar a atividade proposta pelo Seminário Integrador VI, referente a análise de um projeto de aprendizagens de um colega, percebi que temos um olhar mais crítico sobre o outro.


Esta atividade me fez refletir sobre minha prática, sobre aquilo que faço, penso e escrevo. Não é fácil fazermos uma autocrítica daquilo que pensamos estar certo, mas é uma coisa necessária se desejamos ter uma educação construtiva, capaz de despertar no nosso aluno uma aprendizagem significativa.


Aprender é ser capaz de construir e reconstruir, pois é a partir da ação e da reflexão que somos capazes de encontrar novas concepções, as quais podem sofrer muitas transformações ao longo de nossa aprendizagem

"INCLUSÃO"






Esta é uma palavra que já vem sendo usada há algum tempo, principalmente na área educacional como diz a própria LDB 9.392/96, quando refere-se a educação especial dizendo: "a educação especial deve ser oferecida preferencialmente pela rede regular de ensinoe, quando necessário, deve haver serviços de apoio especializados".

Porém, penso que não bastam apenas garantias legais para que a inclusão aconteça é preciso ter profissionais mais capacitados, apoio pedagógico especializado constante, além de uma infra-estrutura adequada para que a escola regular tenha condições de oferecer essa educação inclusiva que se deseja.

Ao realizar as atividades da interdisciplina "Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais", assistindo os vídeos e lendo os comentários dos colegas no fórum, aprendi que a inclusão não é uma tarefa fácil, requer uma longa caminhada que depende também das políticas educacionais, sociais e públicas, para que assim as leis que permanecem no papel, possam ser cumpridas de maneira inclusiva e com dignidade para todos.

quinta-feira, 19 de março de 2009

É sempre bom recomeçar..




...reconstruir, repensar, refletir.


O 6º semestre iniciou nesta quarta-feira, 18.03.09, cheio de expectativas, sonhos e desejos.

Expectativas, porque sabemos que somos capazes de construirmos conhecimentos.

Sonhos, porque sabemos que é possível fazer uma educação de qualidade através dos conhecimentos que adquirimos ao longo de cada etapa vencida.

Desejos, porque queremos e podemos fazer do amanhã melhor que hoje.

É isso mesmo, somos capazes de construir e reconstruir nossas aprendizagens a cada dia, aprender com os erros e aperfeiçoar nossos acertos exatamente como aconteceu no eixo V ao elaborarmos os projetos de apendizagens. Hoje, percebebo que uma pesquisa não está restrita somente a uma pergunta elaborada cuja resposta é possivelmente encontrada nos livros didáticos ou em sites na internet e que não constroi nenhum conhecimento. Aprendi que um projeto de aprendizagem, nos leva a criar hipóteses, nos faz construir dúvidas temporárias, nos dão certezas provisórias, nos faz buscar evidências e consequentemente nos leva a encontrar argumentos que só assim, nos permitirá construir conhecimento.

Outra coisa que considero importante, é o fato de compartilharmos pontos de vistas diferentes, isso gera polêmica, discussão, nos faz rever nossas próprias concepções ao ponto de tentarmos "provar" para o colega que estamos realmente certos, mas isso só será possível se tivermos boas evidências e ótimos argumentos. Afinal, conhecimento não se faz com "Achismo".

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

"Financiamento da Educação"

Com base nas pesquisas realizadas e com o texto: “Noções Gerais Sobre o Financiamento da Educação no Brasil” de José Marcelino de Rezende Pinto e Theresa Adrião, compreendi que sem o FUNDEB, não seria possível para os municípios responsabilizarem-se pela demanda dos alunos e garantir sozinhos tal recurso.
Contudo, faz-se necessário o trabalho conjunto de toda comunidade que deveria fiscalizar os recursos destinados ao setor público para que estes não sejam desviados de forma ilícita prejudicando a sociedade como um todo. Neste município de Três Cachoeiras o Conselho de Alimentação Escolar (CAE), desempenha com seriedade e competência suas atribuições, mas em minha concepção falta a participação maior da comunidade que não tem o hábito de fiscalizar, conferir, conhecer. Nessa perspectiva, o Controle Social representa uma mudança enorme em nossa cultura política. No caso da alimentação escolar, por exemplo, a participação dos conselheiros garante a prática da cidadania, com envolvimento e fiscalização. Com a participação, deixamos a condição de indivíduos passivos e assumimos a postura de cidadãos ativos, passando a acreditar na fiscalização daquilo que é nosso.

PPP e Regimento escolar

O Projeto Político Pedagógico e Regimento Escolar são espaços de transformação para uma escola democrática. Pois entendo que Projeto é Uma prática social daquilo que se pretende fazer. E quando falamos em Político e Pedagógico em minha concepção São dimensões indissociáveis porque além de propiciar a vivência democrática necessária à participação de toda comunidade escolar, propicia o exercício da cidadania.
O PPP Implica reflexões e discussões acerca dos problemas da sociedade e da educação, propondo encontrar possibilidades de intervenção na realidade buscando transformações da realidade no âmbito social, econômico e político e Necessita aParticipação de toda a comunidade para construir compromissos coletivos em prol de uma educação democrática e significativa.
O Regimento Escolar é o Documento administrativo e normativo da escola, fundamentado na proposta pedagógica, estabelecendo o funcionamento e a organização regulamentando as relações entre todos os participantes do processo educativo.
A LDB 9.394/96 nos diz que A escola tem autonomia para elaborar seu regimento com base nas normas estabelecidas pela legislação de acordo com a sua realidade, diante disso acredito que As relações necessárias entre PPP e Regimento Escolar, para que se transformem em espaços de construção de uma escola democrática, fundamenta-se principalmente na participação.